(L) – Esta história contém linguagem forte.
O ar da noite estava denso enquanto Jane percorria a estrada escura e deserta.
Passava um pouco das onze horas. Ela tinha saído para jantar com amigos, mas uma curva errada no caminho a deixou perdida. O GPS do celular não ajudava muito, o sinal oscilando enquanto ela dirigia por um território desconhecido. Seu coração afundou quando notou as luzes piscando no retrovisor, um contraste gritante com a escuridão serena ao seu redor. Com um suspiro, ela encostou o carro no acostamento.
O policial Charlie Olson aproximou-se da janela dela com uma expressão severa. Seu uniforme estava impecável, o distintivo brilhando sob a luz fraca. “Senhora, sabe por que a parei?”, perguntou ele.
As bochechas de Jane coraram enquanto suas mãos tremiam levemente. “Acho que estava em alta velocidade”, gaguejou ela. “Me desculpe, estou um pouco perdida.”
O policial Olson assentiu. “Carteira de habilitação e documento do veículo, por favor”, disse ele. “Por que você não sai do carro para que possamos resolver isso adequadamente?” Jane hesitou, seus dedos roçando a barra da saia curta enquanto saía. “Venha, sente-se no banco do passageiro”, instruiu o policial Olson. “Vou verificar seus dados e resolveremos isso.” Jane o seguiu, seus saltos clicando no asfalto. Ao se acomodar no banco, sua saia subiu, revelando um pouco da coxa. Ela a puxou para baixo novamente.
O policial Olson acomodou-se no banco do motorista. “Muito bem”, disse ele. “Serei honesto com você. Você estava dirigindo muito acima do limite de velocidade. Isso é passível de multa.”
Os olhos de Jane se arregalaram e ela mordeu o lábio. “Há algo que eu possa fazer?”, perguntou. “Eu realmente não tenho condições de comprar uma passagem agora.”
O olhar de Charlie se voltou para ela. “Sempre há opções”, disse ele. “Uma passagem, ou podemos resolver isso aqui mesmo.”
Jane sentiu um nó na garganta. Ela sabia o que ele estava insinuando, mas a ideia provocou uma onda de calor em seu corpo. “O que eu preciso fazer?”, perguntou. Ela levou a mão à bolsa e tirou a carteira. “Eu posso te pagar—”
Antes que ela pudesse terminar, Charlie colocou a mão sobre a dela. “Não é isso que me interessa”, disse ele, guiando a mão dela em direção ao seu colo. Por baixo do tecido do uniforme, ela sentiu o volume crescente do seu pênis.
“Oh”, ela sussurrou, com as bochechas coradas.
“Sente isso? É isso que você faz comigo.”
O coração de Jane disparou quando ela o sentiu crescer sob seu toque, seus dedos se curvando instintivamente ao redor dele.
Sem dizer uma palavra, o policial Olson desabotoou seu cinto de utilidades, o metal tilintando suavemente ao ser colocado de lado. “Abra o zíper”, instruiu.
Os dedos de Jane tatearam o zíper, sua respiração vindo em curtos suspiros enquanto ela revelava o que havia por baixo. As calças dele se abriram, e ela ofegou ao ver seu pênis ereto, brilhando com o líquido pré-ejaculatório. Era maior do que ela imaginara, e sua boca salivou ao pensar em prová-lo. Ela estendeu a mão, seus dedos roçando a haste, sentindo o calor e a dureza dele.
“Puxe-o em sua direção”, ordenou ele.
Jane obedeceu, seus dedos o envolvendo enquanto o aproximava de seu rosto. Ela se inclinou, sua língua deslizando para fora para saborear o líquido pré-ejaculatório, gemendo baixinho com a doçura salgada.
“Chega”, ele gemeu, deixando a cabeça cair para trás no assento. “Leve tudo.”
Jane abriu a boca, seus lábios envolvendo-o enquanto o engolia, sua língua deslizando pela glande. Ela apertou o aperto, sua garganta se contraindo enquanto o levava o mais fundo que podia, suas mãos acariciando seus testículos. O som de sua respiração ofegante preenchia o carro, e ela se deleitava com o poder que exercia sobre ele, mesmo que apenas por aquele instante.
“Porra, você é boa”, murmurou ele, enroscando as mãos nos cabelos dela. “Estou quase lá. Mas preciso de mais.” Com um aperto suave, porém firme, ele a puxou para cima. “Banco de trás. Agora.”
Jane o seguiu, com o coração acelerado, enquanto ele abria a porta e a guiava para dentro. “Incline-se”, instruiu ele. “Mãos no assento.”
Ela fez o que lhe foi ordenado. As mãos dele percorreram seu corpo, os dedos traçando a curva de sua cintura antes de apertarem seus seios por cima da blusa. Ela arquejou com a aspereza do toque, os mamilos endurecendo sob o tecido. Com um movimento rápido, ele rasgou sua blusa. Seus dedos encontraram o fecho do sutiã, desabotoando-o com facilidade.
“Que peitos perfeitos”, ele rosnou, passando os polegares sobre os mamilos dela.
Ela deu um gritinho quando ele apertou e torceu seus seios, a sensação enviando ondas de prazer por todo o seu corpo. A outra mão dele agarrou seu quadril, puxando-a para mais perto enquanto ele esfregava o pênis contra sua bunda.
“Você quer isso?”, ele perguntou. “Você quer meu pau dentro de você?”
“Sim”, ela ofegou. “Por favor, me foda. Eu preciso de você.”
O policial Olson não hesitou. Levantou a saia dela, os dedos deslizando pelo elástico da calcinha antes de baixá-la até os joelhos. A vagina dela estava molhada e ansiosa, o clitóris pulsando de antecipação. Ele se posicionou atrás dela, o pênis grosso roçando contra ela, do clitóris à entrada. “Você está tão molhada”, gemeu ele. “Pronta para mim?”
“Sim”, ela gemeu, arqueando o corpo em direção a ele. “Me possua. Por favor.”
Com uma estocada lenta, ele deslizou para dentro dela, seu pênis esticando sua vagina apertada.
Ela arquejou com a sensação, suas paredes se contraindo ao redor dele. “Ai, meu Deus, você é tão grande”, ela ofegou. “Vá devagar, por favor.”
O policial Olson deu uma risadinha. “Vou com calma”, prometeu, segurando-a pela cintura enquanto começava a se mover.
Suas estocadas eram profundas, seu pênis a preenchendo completamente. Ela gemia a cada movimento, seu corpo se movendo em ritmo com o dele. O som de suas peles se chocando ecoava pelo carro.
“Porra, você é apertadinha”, ele rosnou, seus testículos batendo contra ela a cada estocada. “Vou gozar, Jane. Vou te encher.”
Ela gritou, seu corpo tremendo ao senti-lo inchar dentro dela. Com uma estocada final e poderosa, ele se retirou, seu pênis pulsando enquanto ejaculava em suas nádegas e costas. O líquido quente cobriu sua pele, e ela estremeceu com a sensação, seu corpo ainda vibrando de prazer.
“Caramba”, murmurou ele. “Isso foi incrível.”
Por um instante, ficaram assim, recuperando o fôlego.
Então, Charlie a ajudou gentilmente a se sentar, e ela se virou para ele. “Você pode me puxar para perto quando quiser”, disse ela. “…meu marido sexy”, acrescentou com um sorriso.
Charlie a puxou para um beijo. “Parece que terei que te manter na linha, então.”
Ela riu, envolvendo-o com os braços enquanto compartilhavam um momento terno no banco de trás da viatura policial.