Dominação feminina branca para 4 padrastos negros

“Moça, você está vestida de forma inadequada”, disse Jeff Montclair. O homem negro, alto, de pele escura e aparência rústica, cruzou os braços e balançou a cabeça. A enteada de Jeff, Madeleine Dumont, balançou a cabeça e resmungou antes de voltar para o quarto. Aos vinte anos, Madeleine deveria poder usar o que quisesse e fazer o que quisesse. Infelizmente, a falecida mãe de Madeleine, Geraldine Dumont-Montclair, deixou a fortuna da família, três milhões de dólares, nas mãos de Jeff até que Madeleine completasse vinte e um anos. Essas eram as regras do testamento. Que pena.

“Odeio essas suas malditas regras”, disse Madeleine, batendo a porta. Jeff balançou a cabeça e voltou para seu escritório. Como um dos melhores advogados da cidade de Montreal, Quebec, nunca havia um momento de tédio na vida de Jeff. Sim, mesmo em um feriado prolongado como este, o advogado haitiano-canadense formado pela McGill estava ocupado. Ele estava sentado em frente ao laptop, revisando os arquivos do caso McClane. O cientista Sean McClane estava processando o Ministério do Meio Ambiente do Canadá por supostamente ter roubado algo que ele projetou.

Enquanto Jeff trabalhava, Madeleine fervia de raiva em seu quarto. A jovem franco-canadense, alta, loira e de olhos verdes, não se dava bem com o padrasto, para dizer o mínimo. Madeleine tirou sua regata vermelha e shorts pretos e vestiu uma camisa de mangas compridas e calça jeans. Ao sair, olhou para Jeff, que sorriu e acenou com a cabeça. Balançando a cabeça, Madeleine entrou no carro e foi embora. Dirigiu de Montreal-Nord até Laval para visitar sua amiga Josephine Laveau.

“Seu padrasto, Jeff, está a fim de você”, provocou Josephine enquanto Madeleine desabafava sobre sua manhã. Madeleine olhou para a amiga Josephine, uma jovem alta, de pele morena e cabelos crespos e escuros. Josephine nasceu em Laval, Quebec, filha de mãe franco-canadense e pai jamaicano. A garota birracial é melhor amiga de Madeleine há uns dez anos. As duas até frequentam algumas das mesmas aulas na Universidade de Montreal. Ao ouvir a insinuação de Josephine, Madeleine deu uma risada.

“Não, o Jeff é muito certinho para ser um padrasto, ele é chato demais”, disse Madeleine, rindo. Josephine deu de ombros e mudou de assunto. Madeleine e sua melhor amiga assistiram à TV, fumaram maconha, beberam Pepsi misturada com uísque e conversaram sobre tudo e mais um pouco. Madeleine ficou tão chapada que pegou um Uber para casa. Ela mandaria buscar o carro mais tarde. Quando Madeleine chegou em casa, Jeff já tinha ido embora. Indo até o porão, Madeleine se viu remexendo em algumas coisas antigas de sua falecida mãe.

“O que temos aqui?”, perguntou Madeleine em voz alta ao encontrar uma fita VHS com a etiqueta “Momentos Preciosos”. Havia um videocassete antigo conectado a uma TV antiga. Mesmo na era dos aparelhos de Blu-ray, TVs de tela plana e Wi-Fi, Jeff era um acumulador e se recusava a se desfazer de coisas velhas. Sentando-se em frente à TV antiga, Madeleine colocou a fita no videocassete, que, por algum motivo, ainda funcionava, e apertou o play. Madeleine foi pegar uma Coca-Cola, pois pensava que ia assistir a vídeos caseiros. A jovem não fazia ideia do que a esperava…

“Tu es mon escrave”, disse uma voz que Madeleine jamais esqueceria. A voz de sua mãe, Geraldine. O vídeo começou a ser reproduzido e o que Madeleine viu a chocou. Geraldine estava lá, vestindo um traje de couro vermelho e preto. Em uma das mãos, ela segurava um chicote. Na outra, acariciava um enorme vibrador de cinta. Jeff estava nu, com seus quase dois metros de altura e cento e vinte e três quilos. O homem negro e corpulento estava de joelhos diante da mãe de Madeleine. Geraldine sorriu cruelmente para Jeff.

“Sim, senhora, eu sou seu escravo, sua besta negra”, disse Jeff, taciturnamente. Geraldine sorriu de canto e se aproximou dele. Jeff parecia nervoso, mas seu grande pênis negro estava duro. Evidentemente, uma parte de Jeff estava muito feliz em ver Geraldine. Apesar de si mesma, Madeleine estava mais excitada do que chocada. Era uma fita de sexo de sua falecida mãe e padrasto praticando BDSM. Toda aquela coisa de Cinquenta Tons de Cinza parecia ser uma das taras deles. Muito interessante.

“Feche a boca!”, ordenou Geraldine, e então agarrou Jeff pelo seu enorme pênis negro. Assistindo à gravação, Madeleine sorriu e sentiu uma umidade começar a surgir entre as pernas enquanto sua mãe e padrasto continuavam com a diversão, tudo gravado. Geraldine pegou um reluzente cinto de castidade prateado e prendeu o enorme pênis e os grandes testículos negros de Jeff nele. E aí? Cintos de castidade realmente funcionam em homens negros com pênis grandes. Ávida espectadora de pornografia, Madeleine tinha algumas dúvidas sobre o assunto, mas elas foram completamente dissipadas. Interessante, sem dúvida.

“Ai, que merda”, disse Jeff, gemendo enquanto Geraldine lhe aplicava mais uma tortura. Geraldine colocou luvas de látex antes de pegar um pouco de loção. Chegando por trás de Jeff, Geraldine abriu bem as nádegas do homem negro. Madeleine observava com atenção enquanto Geraldine lubrificava o ânus de Jeff com a loção. Jeff gemeu e choramingou, mas nada podia fazer enquanto Geraldine lubrificava seu ânus e o penetrava com os dedos. Sorrindo, Geraldine começou a dar palmadas na bunda de Jeff. O que acontece quando uma mulher branca dá palmadas em um homem negro? O mundo não acaba, pessoal.

“Você é meu brinquedinho, Jeff, e eu vou te quebrar”, disse Geraldine, rindo cruelmente. Afastando as nádegas de Jeff, Geraldine pressionou o vibrador contra seu ânus e empurrou. O homem negro, alto e forte, gemeu enquanto a mulher branca começava a penetrá-lo com seu vibrador de cinta. Madeleine sorriu e então, sem perceber, começou a se masturbar enquanto assistia sua falecida mãe, Geraldine, penetrar seu padrasto Jeff com o vibrador de cinta. Que filme caseiro!

“Ah, sim, Geraldine, fode meu cu preto”, disse Jeff, gemendo e grunhindo enquanto Geraldine o penetrava. Madeleine esfregava o clitóris com uma mão e provocava os mamilos com a outra. A jovem franco-canadense ficou super excitada ao ver sua falecida mãe transando com seu padrasto negro usando um vibrador de cinta. Fechando os olhos depois de aumentar o volume, Madeleine se masturbou furiosamente até atingir um clímax longo e intenso. Os gemidos de Madeleine se misturavam aos sons do vídeo interracial de dominação feminina e penetração anal. Caramba, aquilo foi algo fora do comum…

“Nossa, isso foi algo”, pensou Madeleine. Sorrindo, ela guardou a fita e desligou a TV e o videocassete. Depois, tomou um longo banho. Quando Jeff voltou do supermercado Provigo, viu Madeleine na cozinha. A jovem sorridente havia preparado uma omelete, pão com manteiga, banana-da-terra frita e suco de laranja para dois. Jeff ficou, no mínimo, surpreso, já que Madeleine costuma ser mal-humorada e negativa. Dando de ombros, Madeleine sorriu e ofereceu a Jeff metade da comida que havia preparado. O homem aceitou, é claro.

“Somos família, Madeleine, estou aqui para você”, disse Jeff enquanto bebia o suco de laranja que ela havia preparado. Madeleine sorriu misteriosamente e assentiu. Jeff percebeu que Madeleine o olhava de um jeito um tanto estranho, mas não deu muita importância. Mulheres jovens na casa dos vinte anos são um turbilhão de emoções até se formarem na universidade, começarem suas carreiras, casarem e formarem famílias. Depois disso, não param de reclamar do trabalho, do marido e da família, até se divorciarem ou ficarem viúvas. É, a vida feminina é assim mesmo.

“Que bom que somos família, Jeff. Você e eu somos tudo o que temos, e quero que saiba que estou aqui para você, como minha mãe sempre esteve”, disse Madeleine com um sorriso radiante. Jeff assentiu e abraçou sua enteada adulta. Seria imaginação de Jeff ou Madeleine o abraçou um pouco forte demais? Madeleine então saiu da sala de jantar e subiu as escadas. Jeff observou Madeleine partir e coçou a nuca, confuso. Madeleine se parecia muito com sua falecida mãe, Geraldine. Às vezes, isso trazia sentimentos de solidão e confusão para Jeff. Por isso, ele mantinha Madeleine à distância.

Madeleine estava deitada na cama, se masturbando enquanto olhava fotos de Jeff no celular. O homem negro, alto e bonito, tinha um corpo atlético e parecia muito mais jovem do que seus quarenta e sete anos. Madeleine não ia mais reclamar dos modos rígidos de Jeff. Na verdade, essa loira atrevida tinha grandes planos para o seu padrasto. Mas primeiro as coisas mais importantes. Madeleine precisava comprar um vibrador de cinta e, em seguida, encontrar uma maneira de seduzir Jeff. Madeleine queria herdar tudo o que sua falecida mãe, Geraldine, lhe deixou, e não apenas o dinheiro. Jeff era um ótimo padrasto, mas Madeleine achava que ele seria um excelente marido. Todos achariam isso estranho, mas Madeleine não se importava.

“Você vai ser meu marido, Jeff. Eu vou chupar seu pauzão preto, deixar você foder minha buceta e meu cu, e eu vou te amarrar e colocar um strap-on em você se você quiser. Você será meu”, disse Madeleine com um sorriso. Depois de dar um beijo de boa noite na foto de Jeff, Madeleine foi dormir. Antigamente, tudo o que essa linda universitária queria era festejar e gastar o dinheiro da sua falecida mãe. Agora, Madeleine tem uma nova missão. O que você acha do nome Madeleine Dumont-Sinclair? Hum, tal mãe, tal filha. Jeff vai ter uma grande surpresa. Tudo o que Madeleine quer, Madeleine consegue…

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