(A) – Esta história contém uma breve cena de sexo anal.
Eu estava ansiosa por este momento a semana toda: a noite em que surpreenderia meu marido com minha nova almofada sexual em formato de cunha.
O desejo vinha crescendo dentro de mim. Eu queria criar uma cena que o deixasse sem fôlego e desejando mais.
Passei a tarde arrumando o quarto, diminuindo a intensidade das luzes e iluminando-o com algumas velas perfumadas. O brilho suave criava um ambiente acolhedor e convidativo, que tornava o quarto íntimo e sedutor. Coloquei cuidadosamente a almofada em formato de cunha no centro da cama, posicionando-a perfeitamente para que eu pudesse deitar de bruços com o quadril elevado, pronta para recebê-lo.
Deitada ali, vestindo apenas uma minúscula tanga, eu sentia o tecido frio contra a minha pele, contrastando com o calor do quarto. Meu coração disparou de excitação e um toque de nervosismo. Imaginei-o entrando, seus olhos se arregalando ao contemplar a cena. Quase podia ver o desejo em seus olhos, a forma como suas pupilas se dilatariam enquanto ele me admirava.
Então a porta rangeu ao abrir, e lá estava ele, parado na entrada. Seu olhar percorreu o cômodo, absorvendo as velas, a iluminação suave e, finalmente, a mim. Pude ver a surpresa e o desejo em sua expressão enquanto me contemplava, disposta à sua frente como um banquete. Ele se aproximou, sem nunca desviar os olhos do meu corpo.
Ele se aproximou da cama, seus passos lentos e deliberados. Eu podia sentir a expectativa crescendo, um nó de desejo apertando meu ventre. Ele estendeu a mão, acariciando suavemente minhas costas, seu toque me causando arrepios. Inclinou-se, seus lábios roçando minha orelha enquanto sussurrava: “Vou devorar cada centímetro de você, deixando-a sem fôlego e implorando por mais.”
Suas mãos desceram, traçando a curva da minha bunda, seus dedos roçando a borda do meu fio dental. Eu podia sentir o calor do seu corpo contra o meu, a promessa do que estava por vir. Ele pegou o lubrificante, seus movimentos suaves e precisos. Ouvi o clique da tampa, o leve ruído quando ele o aplicou nos dedos.
Ele puxou minha calcinha fio dental para o lado, seu toque suave, porém firme. Senti a frescura do lubrificante enquanto ele o espalhava sobre minhas partes mais íntimas, preparando-me para ele. A sensação era eletrizante, uma mistura de prazer e antecipação que me deixou sem fôlego. De repente, senti uma nova sensação — um dedo, coberto de lubrificante, pressionando suavemente minha entrada traseira. Soltei um suspiro quando ele o empurrou um pouco para dentro, a intrusão enviando ondas de prazer inesperado por todo o meu corpo.
Ele se posicionou atrás de mim, segurando meus quadris com as mãos. Eu podia sentir a cabeça do seu pênis, dura e pronta, pressionando a entrada da minha vagina. Respirei fundo, meu corpo se tensionando em antecipação. Ele avançou, lentamente a princípio, permitindo que eu me acostumasse ao seu tamanho.
A sensação quando ele deslizou para dentro foi avassaladora. Eu podia sentir cada centímetro dele, me preenchendo completamente, me esticando da maneira mais deliciosa. Eu estava apertada e molhada, meu corpo o recebendo com entusiasmo ávido. O ângulo do travesseiro em formato de cunha intensificava a sensação, atingindo todos os pontos certos dentro de mim.
Ele começou a se mover, suas estocadas lentas e deliberadas no início, aumentando de intensidade gradativamente. Cada movimento enviava ondas de prazer por todo o meu corpo, culminando num clímax que me deixou sem fôlego. O ângulo da almofada em formato de cunha permitia que ele atingisse aquele ponto perfeito lá no fundo, enviando choques elétricos de prazer por todo o meu corpo. O atrito crescente contra meu clitóris a cada estocada me levava cada vez mais perto do clímax, minha excitação saindo completamente do controle.
O prazer foi intenso, uma mistura de satisfação física e emocional. Eu podia sentir cada saliência, cada veia dele enquanto se movia dentro de mim. A combinação da almofada em formato de cunha com suas estocadas habilidosas me deixou à beira do orgasmo, meu corpo tremendo de desejo.
Ele aumentou o ritmo, seus quadris se chocando contra os meus, preenchendo o quarto com o som de carne contra carne. Eu podia sentir meu orgasmo se aproximando, uma espiral de prazer prestes a explodir. Apertei-o com força, meus músculos se contraindo ao redor dele, puxando-o para mais fundo.
E então aconteceu.
Meu orgasmo me atingiu como uma onda, intenso e avassalador. Gritei, meu corpo se contraindo enquanto ondas de prazer me inundavam. Ele continuou a penetrar, seu próprio orgasmo vindo logo em seguida, seu membro pulsando dentro de mim enquanto ele ejaculava.
O prazer era tão intenso que beirava a dor, uma deliciosa mistura de sensações que nos deixou sem fôlego e satisfeitos. Desabamos juntos, nossos corpos entrelaçados, nossos corações acelerados em uníssono.
Enquanto estávamos deitados ali, recuperando o fôlego, não consegui conter o sorriso. Ser levada daquele jeito — com a almofada em formato de cunha e a luz suave — tinha sido tudo o que eu esperava e muito mais. Eu sabia que me lembraria daquela noite por muito tempo, guardando com carinho a forma como ele me fez sentir, a forma como realizou todos os meus desejos.